Pesquisar este blog

sábado, 5 de junho de 2021

O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia

O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia Conhecido pela abundância dos recursos hídricos, o Brasil tem vivido períodos de escassez. Imprimir Enviar 0 Comments postado em 04/06/2021 | Há 14 horas O país enfrenta uma situação crítica com o menor nível de chuvas dos últimos 91 anos, com reflexos na retomada da economia e em outros setores importantes, a exemplo do elétrico e da agricultura. As transformações no meio ambiente, impulsionadas pelo avanço da globalização, têm causado inúmeras mudanças climáticas ocasionando em baixas precipitações pluviométricas, aumento das estiagens e secas, assim como os desastres provocados pela natureza. No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado neste sábado (5/6), somos convocados a reduzir o nosso consumo para mitigar a possibilidade de racionamento. O que nos faz lembrar da finitude dos recursos naturais - motivo que por si só reforça o uso mais racional da água e da energia. Só a mudança de hábitos dos brasileiros pode mudar esse cenário, inclusive na decisão de compra do consumidor, por meio da escolha de produtos eficientes que geram redução de consumo e despesas. É evidente e primordial que os setores da economia incrementem investimentos na área socioambiental e de governança (ESG). De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o setor agrícola consome 70% de água, a indústria 22% e o uso residencial 8%. Segundo o boletim anual de mercado da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), divulgado neste ano, 32% de toda a energia do país é consumida por grandes indústrias, comércios e empresas ligadas em média e alta tensão, que precisam urgentemente mudar sua matriz de energia por fontes renováveis, bem como buscar soluções em máquinas e equipamentos mais econômicos. As instituições, juntamente com a população, precisam se empenhar para evitar desperdícios. A ONU (Organização das Nações Unidas) prevê que, em 2030, a sociedade precisará de 40% a mais de água e 50% a mais de energia. A responsabilidade por um mundo mais sustentável, em prol das gerações futuras, é dever de todos. Menos gastos dos recursos hídricos podem produzir mais riqueza na economia, é o que afirma um estudo elaborado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Na contramão do mundo, o país desperdiça 39,3% de água potável, devido a perdas no sistema de distribuição, conforme o levantamento divulgado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2019). Já a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2017 do IBGE revela também que o consumo pelo brasileiro supera a média mundial em 30 litros. Assumir a agenda da sustentabilidade é se comprometer com a economia e com o planeta. Seja a diferença! Marco Dutra é Managing Director da Kärcher no Brasil. Graduou-se em Engenharia Mecatrônica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e possui MBA em Business and Management pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fonte: Revista Cafeicultura Enviar Imprimir Relacionadas Link revistacafeicultura.com.br/?mat=70495 VEJA TAMBÉM: TAGS: O MEIO AMBIENTE GRITA PELO Come

O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia

O meio ambiente grita pelo uso mais racional da água e energia Conhecido pela abundância dos recursos hídricos, o Brasil tem vivido períodos de escassez. Imprimir Enviar 0 Comments postado em 04/06/2021 | Há 14 horas O país enfrenta uma situação crítica com o menor nível de chuvas dos últimos 91 anos, com reflexos na retomada da economia e em outros setores importantes, a exemplo do elétrico e da agricultura. As transformações no meio ambiente, impulsionadas pelo avanço da globalização, têm causado inúmeras mudanças climáticas ocasionando em baixas precipitações pluviométricas, aumento das estiagens e secas, assim como os desastres provocados pela natureza. No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado neste sábado (5/6), somos convocados a reduzir o nosso consumo para mitigar a possibilidade de racionamento. O que nos faz lembrar da finitude dos recursos naturais - motivo que por si só reforça o uso mais racional da água e da energia. Só a mudança de hábitos dos brasileiros pode mudar esse cenário, inclusive na decisão de compra do consumidor, por meio da escolha de produtos eficientes que geram redução de consumo e despesas. É evidente e primordial que os setores da economia incrementem investimentos na área socioambiental e de governança (ESG). De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o setor agrícola consome 70% de água, a indústria 22% e o uso residencial 8%. Segundo o boletim anual de mercado da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), divulgado neste ano, 32% de toda a energia do país é consumida por grandes indústrias, comércios e empresas ligadas em média e alta tensão, que precisam urgentemente mudar sua matriz de energia por fontes renováveis, bem como buscar soluções em máquinas e equipamentos mais econômicos. As instituições, juntamente com a população, precisam se empenhar para evitar desperdícios. A ONU (Organização das Nações Unidas) prevê que, em 2030, a sociedade precisará de 40% a mais de água e 50% a mais de energia. A responsabilidade por um mundo mais sustentável, em prol das gerações futuras, é dever de todos. Menos gastos dos recursos hídricos podem produzir mais riqueza na economia, é o que afirma um estudo elaborado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Na contramão do mundo, o país desperdiça 39,3% de água potável, devido a perdas no sistema de distribuição, conforme o levantamento divulgado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2019). Já a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2017 do IBGE revela também que o consumo pelo brasileiro supera a média mundial em 30 litros. Assumir a agenda da sustentabilidade é se comprometer com a economia e com o planeta. Seja a diferença! Marco Dutra é Managing Director da Kärcher no Brasil. Graduou-se em Engenharia Mecatrônica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e possui MBA em Business and Management pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fonte: Revista Cafeicultura Enviar Imprimir Relacionadas Link revistacafeicultura.com.br/?mat=70495 VEJA TAMBÉM: TAGS: O MEIO AMBIENTE GRITA PELO ComentáriosOs comentários não representam a opinião da Revista e são de responsabilidade do autor.

Grupo Utam apoia projeto de sustentabilidade a partir da borra do café

Ribeirão Preto (SP), 4 de junho de 2021 – Atuando em várias etapas da atividade cafeeira, da produção à comercialização, a partir deste mês de junho, o Grupo Utam participa também da ponta final deste ciclo: a destinação dos resíduos gerados nos processos de produção ou até após o preparo da bebida para o consumo. A solução veio em forma de uma parceria em que o principal beneficiado é o meio ambiente. Se antes o que era perdido nas etapas iniciais de produção do café era muitas vezes incinerado, agora é destinado à criação de peças artesanais e exclusivas assinadas pela Recoffee Design, uma empresa criada em Ribeirão Preto há quatro anos, pelas mãos da designer de produtos Ana Paula Naccarato e do biólogo Sérgio Camargo, que utiliza como matéria-prima a borra do café, ou seja, o pó que fica no filtro após ser coado pela água quente e que, normalmente, tem como destino final o lixo nos restaurantes, cafeterias, indústrias e lares brasileiros. Além do fato de as empresas terem sedes na mesma cidade, a pandemia de Covid-19 foi outro fator que aproximou as marcas. “Como nosso principal meio de obtenção de resíduo para matéria-prima são as cafeterias, com o fechamento imposto pela quarentena, o consumo nesses locais caiu, diminuindo a geração de borra de café”, explica Ana Paula. A dificuldade de encontrar a borra de café para suas criações gerou uma oportunidade: aproximou a designer à indústria cafeeira. Com a parceria, todo o material destinado pelo Grupo Utam entra na linha de produção da Recoffee Design. A partir da borra de café e elementos aglutinantes naturais, Ana Paula e sua equipe disponibilizam uma linha de mais de 60 modelos, entre biojoias, objetos de decoração e peças de revestimento de paredes, tudo no tom terroso que as diversas variações do café podem oferecer. O Grupo Utam inaugura um novo processo com a iniciativa para reutilização do material orgânico que resta da sua produção, visando diminuir a parcela de lixo que é produzido e descartado em lixões e aterros sanitários. A proposta é minimizar a decomposição da borra de café no meio ambiente, de forma a diminuir os gases de efeito estufa e também de chorume. Nos últimos anos, o grupo vinha desenvolvendo pesquisas e levantamentos para encontrar parceiros com projetos inovadores para o desenvolvimento de soluções ambientais e encontrou na criação da designer Ana Naccarato uma finalidade de valorização artística e de fomento à economia criativa. “O projeto de reutilização da borra de café voltado para a criação de peças artesanais e joias naturais veio ao encontro de uma antiga busca de nossa indústria para um descarte consciente e reutilizável”, explica a diretora do Grupo Utam Ana Carolina Soares de Carvalho. “A reutilização do composto vegetal gera um novo ciclo do café, que nasce no pós-consumo e traz com ele a reflexão sobre os ciclos produtivos, o desperdício e seu impacto ambiental”, avalia a designer. Produtos disponíveis Além da doação dos resíduos gerados por sua produção e consumo interno de café, o Grupo Utam incorporou em sua loja virtual, na seção Design Sustentável, toda a linha de biojoias e objetos de decoração criados pela Recoffee Design. São colares, brincos, vasos, xícaras, bandejas e relógios de parede, entre outros, disponíveis para compra no site www.lojautam.com.br, que oferece, ainda, uma variada lista de produtos da marca de cafés, entre as opções torrado e moído, solúvel, cappuccino, cápsulas monodoses, filtros e copos descartáveis. Fonte: Revista Cafeicultura Enviar Imprimir Relacionadas Link revistacafeicultura.com.br/?mat=70497 VEJA TAMBÉM: TAGS: GRUPO UTAM

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Especial JC | Dia Mundial do Meio Ambiente

 

orretamente esta mensagem, acesse este link
Ficar bem informado e apoiar o jornalismo sério (9
Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Jornal do Comércio publica um especial sobre o tema. Neste especial, o JC apresenta ideias sobre ESG e também dá espaço a uma reportagem sobre créditos de carbono.
Untitled-5Artboard-1

Reportagem | Crédito de carbono pode ser a nova moeda global


CLIQUE E LEIA
Untitled-5Artboard-4

Reportagem | Parques eólicos gaúchos geram mais de 1 milhão de ativos de carbono


CLIQUE E LEIA
Untitled-5Artboard-2

Reportagem | Moss: a empresa que busca ser a Amazon ambiental do mundo


CLIQUE E LEIA
Untitled-5Artboard-3

Entrevista | ESG não promove mudanças profundas sozinho, diz professor


CLIQUE E LEIA
CLIQUE PARA ACESSAR AS REPORTAGENS NO SITE
Ou acesse a versão para folhear on-line clicando aqui.


#Podcast 33: O que é ESG e como impacta a exportação - Agência de Notícias Brasil-Árabe

#Podcast 33: O que é ESG e como impacta a exportação - Agência de Notícias Brasil-Árabe: Sustentabilidade nos negócios e nas exportações é o tema deste episódio do ANBA Cast. Falamos sobre ESG, a importância de se ter processos sustentáveis para as exportações e o cenário internacional, a sustentabilidade na pandemia e a visão dos árabes sobre o tema.

Vale do Bekaa reinventa vinho libanês e exporta ao Brasil - Agência de Notícias Brasil-Árabe

Vale do Bekaa reinventa vinho libanês e exporta ao Brasil - Agência de Notícias Brasil-Árabe: A região é estampada em rótulos de diferentes vinhos importados no Brasil. Foi no Vale do Bekaa que a produção voltou a ter força no Líbano.

Arábia Saudita terá planta solar e eólica de dessalinização - Agência de Notícias Brasil-Árabe

Arábia Saudita terá planta solar e eólica de dessalinização - Agência de Notícias Brasil-Árabe: São Paulo – A Arábia Saudita terá uma usina de dessalinização de água movida a energia solar e eólica com parte das iniciativas do país para preservar o meio ambiente e limitar as emissões de carbono. Na foto acima, a costa saudita. A empresa The Red Sea Development Company (TRSDC) anunciou a iniciativa em colaboração […]